Minha Namorada Me Mandou uma Mensagem Sobre um Assassino do Lado de Fora do Apartamento Dela — Mas o Que Aconteceu Depois Foi Inacreditável

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Minha Namorada Me Mandou uma Mensagem Sobre um Assassino do Lado de Fora do Apartamento Dela — Mas o Que Aconteceu Depois Foi Inacreditável

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浪漫-Romance现实主义-Realistic励志-Inspiring惊悚-Thriller

No meio da madrugada, minha namorada me mandou uma mensagem arrepiante: "Acabei de olhar pelo olho mágico e tem um maníaco com uma faca no corredor! Ele está enlouquecido, matando gente! Ele me viu...

章節(3)

第1章

No meio da madrugada, minha namorada me mandou uma mensagem arrepiante: "Acabei de olhar pelo olho mágico e tem um maníaco com uma faca no corredor! Ele está enlouquecido, matando gente! Ele me viu! Está tentando entrar!" Entrei em pânico e respondi na hora: "Não abra a porta de jeito nenhum. Estou indo agora mesmo." Saí correndo para chegar na casa dela o mais rápido que conseguisse. Mas, no caminho, ela me mandou mais três mensagens: "Espera, você está vindo mesmo? Era só brincadeira! Não levou a sério, levou? Haha." "Não tem assassino nenhum, eu só estava te zoando." "Volta para casa!" Por um instante, senti meu coração despencar. Naquela altura, eu já estava num táxi, com os nervos à flor da pele. Vi as mensagens dela e respondi, tentando me acalmar: "Você quase me deu um infarto! Devia ter dito na hora que era brincadeira." A resposta dela foi casual, quase desdenhosa: "Como eu ia saber que você ia vir mesmo? Eu só tava brincando. Qual é o problema? Você não tá bravo, né? Haha." Suspiros. "Não, tudo bem. Só fico aliviado que você está bem. Mas é sério, não brinca mais com uma coisa dessas — dá medo, ainda mais de noite." Ela respondeu: "Tá bom, não vou mais. Haha." Mesmo ela dizendo que estava tudo bem, não consegui afastar o mal-estar. Para garantir, resolvi fazer uma videochamada. Para minha surpresa, a chamada tocou só uma vez antes de ela recusar. Mandei mensagem na hora: "Por que você não atendeu?" A resposta veio rápido: "Vou dormir — tô muito cansada. Haha." Fiquei olhando para a tela, inquieto. Aquele "haha" soou estranho. "Tá rindo de quê?", perguntei. Ela respondeu: "Nada, só tô de bom humor hoje à noite." Foi aí que comecei a sentir que tinha alguma coisa muito errada. Normalmente, minha namorada era bem séria — não era do tipo que usava "haha" nem ficava de brincadeira nas mensagens. Um pensamento aterrorizante me atravessou: e se outra pessoa estivesse usando o celular dela? No instante em que essa ideia me atingiu, um arrepio desceu pela espinha. Tentei ligar de novo na mesma hora — dessa vez, ela não recusou a videochamada, mas tocou por muito tempo sem que ninguém atendesse. Mudei para uma ligação de voz normal. Para minha surpresa, ela atendeu. A voz soava cansada. "O que você quer? Já falei, vou dormir. Tô exausta." Forcei a barra: "Por que você não atendeu a videochamada?" Ela repetiu, quase mecânica: "Vou dormir. Tô muito cansada." Antes que eu pudesse dizer mais qualquer coisa, ela desligou. O taxista me olhou pelo retrovisor. "Ei, cara, você tá bem? Não tá com uma cara muito boa." Flagrei meu reflexo no espelho — o rosto estava pálido, as mãos tremiam. O terror era avassalador. Falei para o motorista: "Por favor, corre mais. Acho que minha namorada está em perigo." Percebendo minha urgência, o taxista não hesitou. Pisou fundo e acelerou em direção ao apartamento dela. Enquanto seguíamos, mandei outra mensagem: "Fala alguma coisa — qualquer coisa." Dessa vez, ela respondeu com um áudio. A voz era plana, quase robótica: "Falar o quê? Já falei, vou dormir. Tô muito cansada."

第2章

Ouvindo a voz dela, soltei um longo suspiro de alívio. — Você não disse que tinha um cara com uma faca na porta do seu apartamento? Até falou que ele estava matando gente! Me assustou pra caramba. Ela respondeu por mensagem: — Já falei, foi só uma brincadeira. Relaxa, eu só estava te zoando. — Não tem graça nenhuma — respondi, ainda inquieto. Ela não respondeu de novo. Quanto mais eu pensava, mais estranho aquilo me parecia. Tudo bem, ela tinha atendido a ligação antes, mas e se tivesse sido forçada a isso? E se realmente houvesse um maníaco armado com uma faca, e ele tivesse entrado no apartamento? E se ele estivesse ameaçando-a, obrigando-a a fingir que estava tudo bem? Talvez, quando liguei, ele estivesse com a faca no pescoço dela, e ela não teve escolha a não ser agir com naturalidade. Enquanto eu afundava nessas ideias, ela mandou outra mensagem: — Vou dormir. Estou tão cansada. Pode ir pra casa. Comecei a digitar uma resposta, mas antes que eu conseguisse enviar, outra mensagem apareceu: — Kkkk. Aquele "kkkk" de novo. Aquelas letras estavam me deixando louco. Antes de sair para o apartamento dela, eu já tinha chamado a polícia. Agora, mais convencido ainda de que algo estava errado, liguei de novo. O atendente me garantiu que as viaturas já estavam a caminho e chegariam ao condomínio dela em cerca de 25 minutos. Perguntei ao motorista quanto tempo levaríamos para chegar lá. Ele suspirou e apontou para a frente. — Teve um acidente no viaduto. Vai demorar um pouco. Minha ansiedade disparou enquanto eu olhava pela janela para o mar de luzes vermelhas dos freios. Tentei ligar de novo, mas dessa vez fiz uma videochamada. Tocou por um tempo que pareceu uma eternidade antes que ela recusasse mais uma vez. Mandei uma mensagem: — Deixa eu te ver. Estou no seu prédio. Se você não atender, vou subir. Ela começou a digitar na hora, mas nenhuma mensagem nova chegou. A essa altura, eu já mal conseguia me controlar. O motorista me olhou. — Olha, cara, não tem o que fazer. Mesmo se você descesse agora, ficaria preso nesse viaduto por uma hora. Olhei para a frente. O viaduto estava engarrafado, os carros rastejando num ritmo de lesma por causa do acidente. O motorista avançava aos poucos, numa lentidão angustiante. Finalmente, uma mensagem nova chegou: — Você realmente veio até aqui? — Sim, estou lá embaixo. Vou subir! — respondi. A resposta dela veio rápida: — Não sobe. Estou com visita. — Quem? — Uma colega de trabalho. Você não conhece. É outra garota. É que... não é uma boa hora. Insisti: — Então liga a câmera. Ela respondeu: — A gente já está deitada na cama. Não me atrevi a dizer que tinha chamado a polícia. Se alguém realmente estivesse mantendo-a sob a mira de uma faca, eu não queria provocá-lo a fazer alguma besteira. Mas aí, ela enviou outra mensagem: — Você chamou a polícia? Travei. Ela continuou: — O síndico acabou de me ligar. Parece que a polícia recebeu um chamado sobre um assassino armado com uma faca no corredor do meu andar. Pediram para o síndico confirmar. Você tem ideia do constrangimento que isso foi? Tive que dar explicações pra ele. — O síndico e a segurança já vieram na porta do meu apartamento. Me deram uma bronca por causar confusão. Eu te falei... foi brincadeira! Por que você levou tão a sério? — Liga pra polícia e cancela a denúncia. Você sabe que falsa comunicação de crime pode dar prisão, né? As mensagens não paravam de chegar, insistindo para eu cancelar a denúncia. Quanto mais ela digitava, mais inquieto eu ficava. Alguma coisa ainda não se encaixava. Ela mandou outra mensagem: — Você está sendo ridículo. É o meio da madrugada e você surtando por causa de um assassino imaginário. Qual é o seu problema? Estamos num país civilizado. Você não acredita mesmo que tem um assassino com uma faca perambulando pelos corredores, acredita? É um absurdo! Bem quando eu estava lendo a última mensagem dela, meu celular vibrou com uma videochamada entrando — dela. Estranhamente, em vez de me acalmar, a chamada me deixou ainda mais nervoso. O motorista me olhou pelo retrovisor. — Você está bem? Parece que viu um fantasma. Respirei fundo e hesitei antes de atender. E se a pessoa do outro lado da linha não fosse ela?E se fosse o assassino, me ligando como uma piada de mau gosto? E se, no momento em que eu atendesse, ficasse encarando o corpo ensanguentado e sem vida dela? Minhas mãos tremiam enquanto aceitava a chamada. A conexão do vídeo demorou alguns segundos por causa do péssimo sinal no viaduto. Quando finalmente conectou, o quarto do outro lado estava na penumbra, apenas um abajur lançando um brilho fraco. A voz dela veio primeiro: "Eu já disse, estou cansada." Mas a câmera não estava virada para ela — estava apontada para o teto. "Deixa eu te ver", falei, tentando manter a voz firme. Houve uma pausa. Por um instante, tive certeza de que não era ela do outro lado — que o assassino estava com o celular dela. Mas aí ela ajustou a câmera, e seu rosto apareceu. Ela estava usando uma máscara facial e parecia incomodada. "Vou dormir. Estou exausta." Ela inclinou um pouco a câmera, e vi outra mulher ao fundo, sentada em uma penteadeira, de pijama azul-claro. "Tá vendo? Minha colega de trabalho tá aqui. Foi por isso que não queria que você subisse", disse, soando exasperada. Fiquei sentado ali, pasmo. Então não havia assassino nenhum? Tinha sido tudo uma brincadeira idiota? E ela não queria que eu subisse porque a colega de trabalho estava dormindo lá? Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ela encerrou a chamada e me mandou outra mensagem: "Feliz agora?" Ela anexou uma foto da sala. Na imagem, o gerente do prédio — de boné e segurando uma prancheta — estava parado perto da porta, provavelmente confirmando o boletim de ocorrência. Parecia que estava tudo bem. Mas, por algum motivo, eu ainda não conseguia me livrar da inquietação no peito.

第3章

O motorista hesitou antes de perguntar, cauteloso: — Era a sua namorada na ligação? Ela parecia bem. Parece que só estava brincando. A gente ainda precisa ir? O trânsito está horrível mais à frente. Eu hesitei. Deveria cancelar a polícia? Será que era melhor simplesmente voltar para casa? Enquanto isso, minha namorada mandou outra mensagem: "Cancela a polícia logo! O gerente do prédio me ligou de novo para confirmar a ocorrência. Isso está ficando muito chato!" Respondi com firmeza: "Já estou quase chegando, e a polícia também deve estar chegando. Isso pode ser sério, então vou explicar tudo pessoalmente para os policiais." Ela não respondeu na hora. Depois de mais ou menos meio minuto, no entanto, mandou outra mensagem: "Nem pense em vir aqui!" Eu gelei. Na mesma hora, meu celular vibrou de novo. Era uma mensagem da irmã mais nova dela, Jackie: "Ei, você já chegou?" Fiquei surpreso. "Espera, você também está aí?" Jackie respondeu, parecendo ansiosa: "Você ainda não chegou? Minha irmã me mandou mensagem dizendo que tinha um cara com uma faca na porta do apartamento, então eu vim correndo!" Fiquei paralisado, confuso. "Ela te contou isso também?" Jackie insistiu: "Como você ainda não chegou? Você estava mais perto do que eu! Não me diga que não veio." Expliquei rapidamente: "Estou preso no trânsito no viaduto!" A resposta de Jackie veio rápida: "Se apressa! Tem alguma coisa muito errada com ela!" "Ela me disse que era só uma brincadeira", respondi, minhas mãos começando a tremer. "Disse para eu não ir, que estava com companhia, e até fez uma chamada de vídeo para provar." A resposta de Jackie foi cortante: "Ela me disse a mesma coisa. Disse que a história do cara com a faca não era real, que era tudo brincadeira, e para eu ficar em casa." "E aí?" "Depois ela me falou para não chamar a polícia." Fiquei atordoado. "Ela te disse isso também?" "Sim", Jackie respondeu. "Ela está encrencada. Tenho certeza." "Como você pode ter tanta certeza?", perguntei, com o coração acelerado. Jackie respondeu com urgência: "Porque a gente tem uma frase-código. Se ela estiver em perigo, ela me manda essa frase." "Que frase?" A mensagem seguinte de Jackie me deu calafrios: "Vou dormir. Estou tão cansada." Meu coração parou. Com as mãos tremendo, voltei a ler nossas mensagens. "O que você quer? Vou dormir. Estou tão cansada." "Fala alguma coisa. Vou dormir. Estou tão cansada." "Vou dormir. Estou tão cansada. Pode ir para casa." Senti um suor frio escorrer por todo o corpo. Ela esteve implorando por ajuda o tempo todo. Jackie mandou outra mensagem, compartilhando a conversa dela com a minha namorada: Jackie: O cara da faca ainda está aí fora? Namorada: Não, vou dormir. Estou tão cansada. Jackie: Estou indo para aí. Namorada: Não vem. Vou dormir. Estou tão cansada. Jackie: Tá bom, então vou para casa. Namorada: É, vou dormir. Estou tão cansada. Jackie mandou outra mensagem de texto: "Já estou no prédio, mas a porta da frente está trancada e o interfone está quebrado." Ela mandou uma foto da entrada principal do prédio. A porta estava bem trancada, e o interfone parecia ter sido destruído a golpes de faca. Perguntei rápido: "Você não disse a ela que estava vindo, disse?" "Não", Jackie respondeu. "Tenho certeza que ela está sendo ameaçada por aquele cara, então não falei nada!" "Você está sozinha?" "Claro que não! Trouxe meu namorado, o Nate. Ele foi procurar o gerente do prédio e a segurança." Eu disse a ela: "Fiquem escondidos em algum lugar seguro. A polícia já deve estar chegando. Eu ainda estou preso no trânsito, mas não subam sozinhos! Aquele cara pode estar perambulando pelos corredores, e se ele vê vocês..." "Eu sei! Estou esperando o Nate", ela respondeu. "Ele já encontrou alguém? Se não, deixa eu adicionar ele. Me passa o contato." Eu só tinha encontrado o Nate duas vezes antes, e a gente não tinha o número um do outro. Jackie rapidamente me enviou o perfil dele. O avatar era uma ovelha de desenho animado. Mandei uma solicitação de amizade para ele: "Ei, sou cunhado da Jackie. Estou a caminho. Me adiciona." A solicitação ficou parada, sem resposta. O motorista soltou um suspiro frustrado enquanto o carro avançava lentamente. O viaduto ainda era um mar de luzes de freio, e mal estávamos nos movendo. Mandei mensagem para Jackie: "Por que o Nate não está me adicionando?"Ela não respondeu de imediato. Pensei em ligar, mas fiquei com medo de que o toque do telefone alertasse o cara da faca, se ele estivesse por perto. Depois de alguns minutos angustiantes, Jackie finalmente respondeu: "É ruim. O Nate acabou de me mandar uma mensagem — não tem ninguém na administração do condomínio." Ela enviou um vídeo curto que o Nate tinha feito. O escritório, sinalizado como "Administração do Prédio", estava completamente escuro. A porta estava trancada e as luzes, apagadas. "E agora?", Jackie perguntou, o pânico evidente na digitação. "O síndico não está lá, e os seguranças desapareceram!" Eu respondi: "Fala pro Nate parar de andar por aí e me adicionar logo." "Já falei! Ele vai te adicionar agora. Só um segundo", Jackie disse. Esperei tenso, com os olhos grudados na tela. Uma notificação finalmente apareceu — mas não era o Nate aceitando meu pedido de amizade. Era outra mensagem da Jackie. "O Nate acabou de mandar mensagem. Ele disse que encontrou alguém da administração do condomínio."